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Apresentação geral do livro:

Clara, com dez anos, e Leonor, com seis, são duas irmãs que, com estas respectivas idades, perdem a mãe num acidente. O pai, que vive com a mulher e com os filhos desta, não lhes dá a devida atenção e preocupação, e, juntamente com a opinião de Paula, a sua mulher, decidem que as duas irmãs vão passar as férias de Verão com a avó Matilde, a avó materna com que nunca antes tiveram contacto.

A avó Matilde vivia na Quinta do Chorão, em Coimbra. A mãe de Clara e Leonor vivera lá anos antes, até decidir ir estudar para Lisboa, onde viria a conhecer o pai destas e a fixar-se na cidade. Durante algum tempo não tivera contacto com os pais, e quando finalmente lhes mandou uma carta foi para anunciar que tinha uma filha, com uma foto desta (de Clara). O pai com o choque teve um enfarte de que viria a morrer um mês mais tarde, e, assim, a avó Matilde culpara-a pela morte do pai, daí a que a mãe e a avó não se falarem. Clara pensava que, se a mãe não gostava da avó Matilde, ela também não iria gostar. Porém, Leonor não concordava com a irmã e simpatizava com a avó.

Assim, quando Clara e a irmã se mudaram para a Quinta do Chorão nas férias, durante o Verão, tiveram bastantes problemas em relacionarem-se com a avó, principalmente Clara. Esta não queria ganhar a confiança da avó, tendo havido algumas intrigas, discussões e problemas, mas que se resolveram e, no final do verão, ambas as irmãs quiseram continuar lá a viver, pelo que isso aconteceu até estas crescerem e Clara se tornar freira e ir em remissão para África e Leonor permanecer na Quinta.

Reacção pessoal ao livro:

Pessoalmente gostei bastante deste livro, pelo menos a mim transmitiu-me uma boa relação que há entre duas irmãs que lutam pela mesma coisa, neste caso pela mesma grande perda, e que uma criança consegue ser muito forte quando realmente gosta mesmo de ajudar outra pessoa (neste caso a irmã) e que, mesmo ela própria estando a sofrer, é como se preferisse sofrer ela em vez da irmã, ou seja, só quer a sua felicidade. Penso que acima de tudo é isso que esta história transmite, e que as pessoas que lerem o livro percebem perfeitamente e o título adequa-se perfeitamente.

Transcrição de ideia(s)/frase(s) relevante(s):

“A minha irmã foi sempre o meu barómetro: se ela previa tempestade, eu tinha a certeza de que se aproximava uma borrasca e já começava a sentir frio e a ver pingas de água que ainda não tinham descido das nuvens”.

Ficha de leitura e ilustração elaboradas por: Renata Gonçalves, N.º 17, 8ºC

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