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Olá!

Como se esperava, a deusa Clio tornou a adormecer e provocou um novo entrecruzar de datas.🙂

Como tal, vais agora criar, com outras datas, um narrativa onde passado e presente ou futuro e presente se misturem.

Esta é uma actividade para realizar e publicar aqui, em comentário a este post. Tal como num post anterior, e mediante a leitura das expressões escritas que vão sendo publicadas, todos podem e devem fazer comentários e observações, no sentido construtivo, ao trabalho dos colegas.😉

Bons “sonhos” e boas histórias!🙂

19 Comments

  1. Os Deuses são considerados que existiram, e existiram no passado certo?
    Por isso podemos dizer que a Clio sonhou com as suas irmãs deusas e que estas apareceram no mundo actual?

  2. Não percebi, Margarida.🙂

    O que se pretende é que façam uma narrativa, uma história, um conto… onde as personagens que intervenham pertençam a duas datas históricas diferentes, à semelhança do conto “A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho” que estudámos.

  3. Tenho uma dúvida: tendo que escrever um texto narrativo também pode ter um dialogo???
    Boa noite e boa continuação.

  4. Sim. O diálogo é um dos modos de expressão da narrativa.

  5. Ahhh…isso explica muita coisa…
    Obrigado

  6. Renata ainda não tinha estudado para o teste de físico-químicas, ela é uma boa aluna mas um pouco preguiçosa. Tinha sempre que ver televisão, jogar computador e falar com os amigos.
    Um dia na escola foi a uma visita de estudo ao museu de Galileu. Ela gostou muito dele e não deixou de falar dele nem por um segundo. No dia seguinte um homem foi ter com a Renata e disse-lhe que era o Galileu e este queria mostrar-lhe mais coisas sobre ele.
    A partir desse dia ela aprendeu imenso sobre ele: que Galileu tinha nascido em piza em 1564 que antes se tinha interessado por medicina mas depois acabou por dedicar-se à física e à astronomia; A sua primeira descoberta tinha sido as leis do pêndulo, inventou o termómetro e também entre muitas outras coisas construiu um telescópio e fez as primeiras observações astronómicas.
    De repente ouve-se:
    – Renata, acorda! Olha que vais chegar atrasada ao teste!
    Renata acordou e foi para as aulas.
    O mesmo aconteceu com Clio acordou sobressaltada e triste, será que a Renata teve boa nota?

  7. A musa Clio adormeceu e encruzilhou as datas do dia 3 de Junho de 1755 e 15 de Março de 2010.
    Essa manhã começou de uma forma muito agitada: Maria estava atrasada e a sua filha, Ana, não queria por anda ir para a escola. Quando finalmente saíram de casa, Maria, reparou que estava alguma coisa diferente: não era a sua cerca mas sim a casa do vizinho parecia diferente. Maria decidiu seguir o seu caminho pois pensou que era apenas impressão sua. Quando chegou á A5 percebeu que iria chegar ainda mais atrasada, mas a olhar para ao lado ficou espantada com o carro que passava á sua frente: era um coche guiado por cavalos. Maria abriu o vidro e perguntou o seguinte:
    – Peço desculpa mas podia – me explicar o que se passa aqui? É algum desfile?
    – Isso queria saber eu, nunca na minha vida vi essas coisas – disse o senhor apontando para o carro de Maria.
    – Então quer dizer que isto não é um desfile? Mas então o que é?
    – Não sei minha senhora , mas o que eu sei é que vou chegar atrasado para me encontrar com o rei…
    – Mas nós vivemos numa democracia , não existem reis !
    Dito isto, gerou-se uma grande confusão , carros chocavam contra coches , cavalos assustados fugiam pelo meio da A5 e de repente um homem muito bem vestido , com uma capa e coroa na cabeça saiu do seu coche e com um ar confuso decidiu que toda a gente devia de sair do coche ou como ele dizia “ coisa estranha “. As pessoas começaram a sair e por fim o rei perguntou:
    – Alguém sabe o que se passa aqui?
    – O que nós sabemos é que queremos sair rapidamente daqui para irmos para o trabalho – respondeu um grupo de revoltados.
    Neste preciso momento o deus máximo apercebe-se do que se sucede e ao apagar as memorias de todos , tudo acaba por voltar á normalidade. Clio acaba por ser severamente castigada passando a ter um vida sem poderes.

  8. Professor peço desculpa mas sem querer cliquei no ” publicar comentário ” , vou corrigir os erros que me faltavam.

    A musa Clio adormeceu e encruzilhou as datas do dia 3 de Junho de 1755 e 15 de Março de 2010.
    Essa manhã começou de uma forma muito agitada. Maria estava atrasada e a sua filha, Ana, não queria por anda ir para a escola. Quando finalmente saíram de casa, Maria, reparou que estava alguma coisa diferente: não era a sua cerca mas sim a casa do vizinho que parecia diferente. Maria decidiu seguir o seu caminho pois pensou que era apenas impressão sua. Quando chegou á A5 percebeu que iria chegar ainda mais atrasada, mas a olhar para ao lado ficou espantada com o carro que passava á sua frente: era um coche guiado por cavalos. Maria abriu o vidro e perguntou o seguinte:
    – Peço desculpa mas podia – me explicar o que se passa aqui? É algum desfile?
    – Isso queria saber eu, nunca na minha vida vi essas coisas – disse o senhor apontando para o carro de Maria.
    – Então quer dizer que isto não é um desfile? Mas então o que é?
    – Não sei minha senhora, mas o que eu sei é que vou chegar atrasado para me encontrar com o rei…
    – Mas nós vivemos numa democracia, não existem Reis!
    Nesse mesmo momento , gerou-se uma grande confusão, carros chocavam contra coches, cavalos assustados fugiam pelo meio da A5 e de repente um homem muito bem vestido, com uma capa e coroa na cabeça saiu do seu coche e com um ar confuso ordenou que toda a gente saísse do coche e como ele dizia “ coisa estranha “. As pessoas assustadas e surpreendidas pelo seu poder começaram a sair e por fim o rei perguntou:
    – Alguém sabe o que se passa aqui?
    – O que nós sabemos é que queremos sair rapidamente daqui para irmos para o trabalho – respondeu um grupo de revoltados.
    Neste preciso momento o deus máximo apercebe-se do que se sucede e ao apagar as memorias de todos , tudo acaba por voltar á normalidade. Clio acaba por ser severamente castigada passando a ter um vida sem poderes.

  9. De novo a musa Clio adormece, confundindo novamente duas datas. Desta vez, o dia 12 de Junho de 1545 e o dia 22 de Agosto de 2009.

    Estava farta daquela aula. A professora, como sempre, aproveitava cada oportunidade para me espicaçar, tentando que eu fizesse alguma que a fizesse levar-me, com evidente satisfação, para o escritório do director. Este, depois de um longo sermão, mandava chamar a minha mãe, que se fazia anunciar com os berros que se ouviam pela escola inteira.
    Não, desta vez ela não me iria perturbar. Finalmente ouço o toque da campainha! Pego nas minhas coisas e saio mais rapidamente da sala possível.
    Ao virar a esquina, esbarro contra uma pessoa. Ia começar a refilar com a pessoa quando reparei com crescente admiração as roupas que o rapaz vestia. Voltei a olhar e desta vez não me contive, desatei a rir.
    – Fiz alguma coisa que vos entreteve, senhora minha?
    -Óh, pára com isso! Lá por estares mascarado não quer dizer que gozes comigo.
    -Perdão? Mascarado, senhora minha? Mascarada estais vós, vestida como um homem – disse-me o rapaz com uma expressão de gozo no rosto, olhando para as minha calças da ganga.
    -Pára com isso! – disse-lhe novamente, já a ficar verdadeiramente irritada.
    – Paro com o que? E já agora, não me podeis dizer onde me encontro senhora minha?
    Sem parar para pensar, dei-lhe um estalo. Sim, eu sei, não devia ter feito isto. Mas também, depois da aula que tinha tido, aquele idiota ainda tinha teve a distinta lata de gozar comigo? Nunca o tinha permitido e não era agora que isso ia mudar!
    – Senhora minha, que vos fiz eu?
    – Ainda continuas com isso? Eu vou-me embora!
    – Esperai por favor.
    Eu não queria esperar, mas de repente lembrei-me de uma coisa.
    – Que dia é hoje?
    – Hoje minha senhora? É o dia 15 de Junho do ano de 1545 do nosso senhor.
    – Nem sei porque e que me dou ao trabalho de falar contigo! Sabes perfeitamente que estamos em 2009!
    -Hã?

    De repente, a musa acorda e repara os danos causados, amaldiçoando a hora em que adormeceu! Mais quatrocentos anos sem a ambrósia, resmungou ela para si própria.

  10. O Gonçalo não gostava nada de ter de ir estudar para a biblioteca. Se não fosse a mãe a insistir com ele, nunca lá iria.
    Um certo dia, estava a caminho da biblioteca com a sua mochila às costas, quando de repente alguém lhe fala:
    – Desculpe, pode-me explicar para que serve essa coisa que tem nas costas?
    O Gonçalo pensou que aquilo era uma piada ou alguém a brincar com ele, pois a rapariga que lhe perguntara aquilo estava vestida de uma forma um pouco esquisita, com roupas brancas, parecia uma túnica, e era muito morena, fora do normal. Continuou a andar rindo-se, e ignorando a rapariga.
    – Desculpe, está-me ouvindo? Porque não me responde?
    O rapaz já estava a ficar assustado, sempre lhe disseram para não falar com estranhos e não era agora que o ia fazer. Visto que já estava a chegar à biblioteca, mal se viu lá dentro tentou ver-se livre da rapariga, com esperança que esta se cansasse de “gozar com ele”…
    A rapariga muito morena continuou atrás dele, procurando uma resposta.
    Mal o Gonçalo entra na biblioteca, vai ter com o funcionário que estava de serviço para a requisição dos livros, e ao entregar-lhe um livro que levara no dia anterior, disse:
    – Será que me pode ajudar? Esta rapariga vem a perseguir-me à muito, para aí desde metade do meu trajecto de casa até aqui. Pode chamar a policia ou um segurança que a possa afastar de mim? Estou a ficar um pouco perturbado…
    O funcionário ao olhar para o aspecto da rapariga acha estranho, e pensando tratar-se de uma terrorista ou de alguma pessoa que queira raptar ou fazer mal ao rapaz, manda chamar o segurança da biblioteca.
    Mal o segurança chega, pega no braço da rapariga:
    – Vá, toca a andar daqui minha senhora! Deixe lá o rapaz na vida dele.
    – Desculpe? Mas quem é você? Porque está assim vestido? E onde estamos? Que coisa é aquela que o menino tem às costas?
    – Ora, não se arme em engraçadinha, vamos lá a sair daqui. Se não quer nenhum serviço da biblioteca, pode ir-se embora.
    – Biblioteca? O que é isso?
    Nesse momento, a musa Clio acorda do seu sonho, vendo que trocou as datas de 11 de Novembro de 1730 e 24 de Maio de 1994, tentando recompor tudo novamente.

  11. Ahh, e Margarida, a RENATA não gosta de jogos de computador, nem vê muita televisão e fala com os amigos nas horas apropriadas xD
    ;)*

  12. PARABÉNS à Margarida, à Laura, à Carlota e à Renata pelos textos produzidos e publicados aqui no blogue.😉 Estão de acordo com o que era pedido e revelam originalidade e criatividade.

    Ficamos a aguardar por mais textos da turma!😉

  13. A inaudita confusão na Avenida 25 de Abril

    Como sabemos, Clio, a nossa musa do tempo passou quatrocentos anos privada da ambrósia, mas isso não significa que não voltasse a acontecer.
    Nos tempos de hoje em dia, os adolescentes apaixonam-se, mas por vezes não levam isso tão a sério como para levar à morte ou casamento, porem não significa que não se amem.
    D Pedro e Inês que viviam o seu amor proibido ,pois nessa época os amores e os romances não tinha liberdade nenhuma , foi então que a nossa Musa voltou a adormecer e enredou os fios das datas de 1344(ano em que D.Afonso IV exilou Inês de Castro do castelo) com as de 11 de Março de 2010.
    O dia 11 de Março começou como o habitual, os estudantes acordam cedo para ir às aulas, os trabalhadores acordam cedo para chegar cedo ao emprego, todas as mães com bebés pequenos acordam inevitavelmente cedo graças aos seus heróis, enfim dia no meio da semana: toda a gente tem os seus ofícios e as suas ocupações.
    Mas, por alguma razão, motivo ou circunstancia os alunos que iam na Avenida 25 de Abril repararam um par de namorados vestidos de uma maneira bastante particular com trajes característicos.
    Margarida, aluna da escola secundária José Estêvão do oitavo ano pensou «aqueles dois devem ter perdido uma aposta ou assim…ou então estão fritos!» teve a esplêndida ideia de dizer alto e a bom som a seguinte frase:
    -Dá-lhe um beijo rapaz!!!
    Então, de relance, D.Pedro, no seu grande porte de príncipe e cavaleiro afastou-se de Inês e, tirando a espada dirigiu-se a Margarida com ar feroz:
    -Mas qual é o teu problema? As pessoas do povo não deveriam reclamar!
    -Do povo? Eu não sei de onde raio é que tu vieste nem nada disso mas hoje em dia no ano de 2010 as pessoas têm coisas mais importantes a fazer que ficarem plantados no meio da estrada!
    D.Pedro indignado e surpreendido em sua defesa tentou lançar a espada em direcção de Margarida, mas, antes que este pudesse fazer alguma coisa, já em seu redor estava parte da esquadra policial de Aveiro. Tinha sido Ricardo Lima que, para proteger a sua colega da perigosa espada, tinha telefonado à mãe (que é policia) para controlar a situação. Então, este respirou fundo e disse:
    -Se pudesse beija-la quando quisesse…mas meu pai e D. Constança…
    -Espera lá…D.Constança? Por acaso tu chamas-te Pedro? – Disse a Renata a equacionar a situação à velocidade da luz.
    -É D. Pedro, minha cara!
    Margarida, que ignorava o facto de estar a dialogar com alguém que neste momento deveria estar morto diz:
    -Sendo assim, eu penso que deverias levar o caso a tribunal. Se o teu pai não te deixa estar com quem queres, ou então pedir o divórcio, ou fugir num caiaque para México.
    -Tribunal? México? Não sei do que estão a falar mas se não se importam, tenho de me retirar para me juntar com minha amada.
    -Fora da estrada se faz favor! -disse Ricardo com ar sério.
    Nesse preciso momento Clio acorda, reparando todo o mal que fez, apagando a memória dos espectadores deste acidente, e tendo pena deste casal que, na sua época, mais tarde ou mais cedo acabariam por ser separados da forma mais injusta.
    Clio que ficara sem a Ambrósia mais 400 anos, às vezes escapulia-se ao ano de 2010 para comer um ou outro hambúrguer do McDonalds no fórum de Aveiro!

  14. Desculpem se esta muito comprido, mas pronto…

  15. De novo musa clio adormece e deixando sem querer as datas 15 de Dezembro de 1995 e 15 de Março de 2010, então foi assim que a historia se passou.
    Na avenida principal de Aveiro, ia o Diogo muito feliz para casa porque tirara SatisfazMuitoBem no teste de português, quando se depara com uma senhora muito importante a passar por ele, e fica pasmando acabara de ver Amália Rodrigues, um bocado intrigado pergunta a senhora:
    Olhe sefazfavor fosse e a famosa Amália Rodrigues?
    Respondendo-lhe a senhora: Sim, sou porque a pergunta não se vê logo, eu não me estou a gabar que sou importante mas as pessoas que me vê na televisão vêem logo que sou a Amália Rodrigues. Dizendo ela esboçando um largo sorriso.
    Desculpe, não tinha visto bem, tenha uma boa tarde.
    Diogo intrigado chegou a casa e perguntou logo a mãe.
    Mãe, mãe a Senhor Amália Rodrigues estava na avenida a bocado eu falei com ela e tudo.
    A Mãe rindo-se responde: o Diogo não digas disparates a famosa Amália Rodrigues já morreu a muitas anos, como e que a viste.
    O Diogo intrigado com o que a mãe disse pediu a mãe que o deixa-se tirar uma foto com ela, que ela tinha parado para ir tomar em café, a mãe deixou-lhe.
    Diogo correndo pela avenida fora tentava chegar o mais rápido ao café, chegando ao café suspirou, a senhora ainda lá estava Diogo educadamente pediu para que tira-se uma foto com ele e ela aceitou quando ele ia a tirara a foto a musa clio acordou e desenlaçou os fios assustada mas Diogo levou como recordação uma foto com a Famosa Amália Rodrigues e este facto foi estudado por vários anos….

    Aqui esta a minha “historia” sem erro algum😉

  16. Professor, desculpe só ter feito o trabalho agora, mas eu pensava que era para o professor corrigir primeiro e depois então, postar no blogue. Mas, mais vale tarde que nunca!🙂
    Não sei se era bem isto que se pretendia mas…cá vai:

    (mistura de datas 1 de Novembro de 2009 e 29 de Maio de 1109)

    No dia 1 de novembro de 2009, a minha mãe estava a trabalhar num projecto sobre o primeiro Rei de Portugal.
    Quando olhou para a sua fotografia, pareceu-lhe vê-lo mexer, mas não ligou, pois também já estava cansada, era normal já nem estar a ver bem.🙂
    Quando foi para casa, tocaram-lhe nas costas. Era D.Afonso Henriques!
    Ela ficou confusa. Conversou com ele e perguntou-lhe o que estava a fazer ali. Ele disse que a minha mãe lhe tinha dado vida pois pegou na fotografia dele. Ela não percebeu mas não perguntou mais nada.
    Enquanto eles conversavam, a tropa do Rei estava a matar pessoas à estalada!!!
    A minha mãe ficou de boca aberta e ordenou ao rei que fosse embora, pois toda a gente iria morrer assim. Ele, furioso com o que a minha mãe lhe tinha dito, saca da espada e aponta-a à minha mãe. Ela ficou assustadíssima e nem sabia porque é que ele estava a fazer aquilo. Qaundo ele a ia para matar…

    (Musa Clio acorda)

  17. Depois de longas horas a tecer a sua teia, a musa Clio, já cansada decide misturar duas datas diferentes. O seu espírito jovem e alegre faz com que ela muitas vezes faça algumas ‘asneirinhas’, que até então, nunca tinham sido descobertas. Então, a musa Clio, mistura o dia 4 de Fevereiro de 1148 com o dia 11 de Março de 2007.
    É nessa altura que numa festa popular no Porto, se instala a confusão.
    A música pára de repente. Nos rostos felizes e corados dos populares via-se uma expressão de confusão. Tentavam entender o que se estava ali a passar, mas não conseguiam.
    O jardim onde estava a acontecer a festa foi invadido por 100 individuos, 50 do sexo feminino e 50 do sexo masculino, com uma altura fenomenal, com caras altamente fora do normal. Também estes estavam boquiabertos com o que se deparavam.
    De repente todos pareciam autênticas estatuas.
    Aquela tensão foi sentida durante 5 minutos e foi quebrada por um daqueles estranhos individuos. Este deu um passo à frente e levantou uma mão, como que se pedisse autorização para falar.
    -Tal como vocês, estamos surpreendidos. Não percebemos o que se está a passar e os nossos télemoveis não estão a funcionar bem para poder-mos comunicar com alguém que nos possa explicar o que se está aqui a passar. – Disse o tal homem.
    Um dos populares ao perceber que aquelas pessoas eram bem educadas, civilizadas e que também falavam português (o que facilitava bastante a situação), chegou-se também à frente e disse:
    -Parece que estamos na mesma situação… Acha que podemos comunicar particularmente?
    -Com todo o prazer – responde-lhe o homem.
    Após uma longa conversa, tanto o popular como o homem estranho chegaram à conclusão que tinha havido alguma confusão na teia da musa Clio.
    Quando comunicaram às suas ‘tribos’ o que se estava a passar, todos aceitaram e perceberam a situação.
    Quando passado algum tempo o rádio começa de novo a tocar, todos os presentes dançam, cantam, comem e falam, contentes e descontraídos.
    A musa Clio, achou que bastava de diversão e voltou a colocar os fio das datas no devido local. Nessa altura entra o seu pai na sala onde estava a tecer e descobre o que ela tinha estado a fazer. A musa ficou de castigo durante 500 anos e nunca mais voltou a repetir o sucedido. No Porto, a festa acaba de repente, mas ninguém fica surpreendido visto que já sabiam que tinha sido um erro da musa.

    O meu texto🙂

  18. A musa clio adormeceu.
    Hmm, talvez não {completamente}…

    Os olhos abrem depois de algum tempo de ficar fechados, olhou para o relógio antigo que está com poeira e tem um sinal de uma ferramenta afiada, foi 1:30 à noite. Os batimentos daquele coração chegaram por um nível de velocidade de um comboio quando ela tenta de calmar o próprio dela. Está com medo, suor e sem dúvida com confuso que nunca fez sentido. Ligou a luz do quarto com hesitação, bebeu um copo de água e voltou a adormecer.
    Hoje, almoçarmos na cantine, já passou algum tempo sem ouvir novidades dela, e o que é que foi estranho é que ela pareceu um bocadinho chocada.
    -podemos sair daqui logo? aperguntou ela.
    respondi com uma cara que concorda mas mesmo pergunta porque.
    ‘Há um acontecimento sem dúvida. Ela não parece como a pessoa que eu conheço.’ pensei eu.

    *Na casa dela*
    Ela não é uma grande ventilador do canal das condições meteorológicas e o tempo, nem ouvir sobre as guerras, mas hoje vi os olhos infelizes dela quando ouviu sobre o terramoto de Haiti.
    Ela é sensível, pensei eu. Se calhar está triste por Haiti ou alguma coisa…

    Logo, mostrou-me desenhos novos dela, olhava por um papel vazio e por os desenhos.Pareciam muito fortes,como se aconteceu uma explosão de cores e acções.Vi gentes,animais,plantas e objectos, todos foram extremamente ricos em detalhas, cada centímetro foi um mapa no meu olho.
    Aperguntei sobre o tema disto, e o ponto da inspiração, fiquei CURIOSA.
    Ela expilicou o sonho dela, meu globo ocular quase abriu ao máximo, fiquei chocada e os arrepios correram a saltar no meu sangue.O facto que o sonho dela é horripilante, ela viu que ela vai acordar às horas 1:30 à noite, o relógio vai ser marcado com um sinal de uma ferramenta afiada, ela viu os acontecimentos de hoje , como vemos nós os filmes e tela novela, ela viu que hoje vai acontecer o terarmoto, viu cada pessoa, cada rosto e cada alma. No sonho,visitou lugares sagrados, falou com gentes do passado, mas eles não podiam ouvir a Clio, e quando saiu do sonho,ficou emperrado o relógio dela, mas ela ficou teimosa e puxou para fora, assim deixando uma marca da porta do cérebro dela no sohno.
    Nesta parte, nós as duas calmarmos, ela suspirou e continuou que:
    Hoje, neste dia, ….uma coisa vai mudar o destino. para sempre.

    Tentei muito deficilmente convencer que não, mas mais eu tento, fica mais teimosa.

    ~Para Ser Contiuado.

    (p.s: olá!🙂
    sei que não completamente segue a regra, mas tentei. E gostaria muito se alguém vai criticar os pontos mais frágeis e fracos . também para correctar se há erros: gramaticais, vocabulares ou nenhum tipo de erros. Muito Oßrigada! ^___^ )

  19. Aqui fica o texto do Nuno, depois de comentado e corrigido na aula.

    De novo musa Clio adormece e deixou, sem querer, entrelaçar as datas 15 de Dezembro de 1995 e 15 de Março de 2010. A história foi a seguinte: Na avenida principal de Aveiro, ia o Diogo muito feliz para casa porque tirara Satisfaz Muito Bem no teste de português, quando se depara com uma senhora muito importante a passar por ele. Fica pasmado, acabara de ver Amália Rodrigues. Um bocado intrigado, pergunta à senhora:
    – Olhe, se faz favor, a senhora é a famosa Amália Rodrigues?
    Responde-lhe a senhora:
    – Sim, sou. Porquê a pergunta, não se vê logo? Eu não me estou a gabar que sou importante mas as pessoas que me vêem na televisão reparam logo que sou a Amália Rodrigues. – dizendo ela, esboçando um largo sorriso.
    – Desculpe, não tinha visto bem, tenha uma boa tarde.
    Diogo intrigado chegou a casa e contou logo à mãe.
    – Mãe, mãe, a senhora Amália Rodrigues estava na avenida há bocado, eu falei com ela e tudo!
    A Mãe, rindo-se, responde:
    – Ó Diogo, não digas disparates, a famosa Amália Rodrigues já morreu há muitos anos, como é que a viste?!
    Intrigado com o que a mãe disse, Diogo pediu à mãe que o deixasse tirar uma foto com ela, porque ela tinha parado para ir tomar um café. A mãe deixou-o e ele começou a correr pela avenida fora na tentativa de chegar o mais rápido ao café e ainda a encontrar. Chegou ao café, suspirou e reparou que a senhora ainda lá estava. Diogo, educadamente, pediu-lhe para que tirasse uma foto com ele, e ela aceitou.
    Quando ele ia a tirar a foto, a musa Clio acordou assustada e desenlaçou os fios. Diogo ainda tempo de tirar a foto e levou-a como recordação, uma foto com a famosa Amália Rodrigues! E este facto foi estudado por vários anos.


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